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sábado, 31 de janeiro de 2009

Dicas para quem usa Vim

Recentemente, tenho aprendido muitas dicas para vim, algumas delas eu listo abaixo, para mais comandos interessantes, o legal é dar uma navegada pela documentação do vim.

  • Correção Ortográfica - Sim, o vim pode corrigir a ortografia do seu texto, isso é particularmente útil para quem usa o vim para editar textos com o Latex. Para ativar a correção digite:

    :set spell
    - ativa a correção da ortografia
    ]s - vai para a próxima palavra errada
    [s - vai para a palavra errada anterior
    zg - adiciona palavra ao dicionario
    zug - desfaz a adição ao dicionário

  • Usando Múltiplas Abas - O vim a partir da versão 7.0 passou a ter suporte a múltiplas abas na versão mais recente abaixo os comandos para utilizar este recurso:
    :tabnew - Abre uma nova aba
    :tabn - Vai para a próxima aba
    :tabp - Vai para a aba anterior
    :tabs - Sumário das abas abertas
    :tabm n - vai para a aba de numero n

  • Completando Texto - especialmente útil para quem usa o vim para programar, os comandos são os seguinte:
    CTRL+P - O vim tentará completar o texto pra você, com base no que já foi escrito no texto atual, especialmente útil para programação. Caso exista mais de uma opção um menu pop-up irá aparecer com as opções. Ou você pode repetir o atalho para ir direto para a próxima opção.
    CTRL+X CTRL+F - Completa nome de arquivos que residem no sistemas de arquivos do computador.
    CTRL+X CTRL+L - Tenta completar uma linha inteira.
    CTRL+X CTRL+K - Completa uma palavra com base em um dicionário.

    Mais opções podem ser achadas aqui.

  • Compilandos seu projeto - O vim permite que você compile o seu projeto caso esteja usando o make, apenas digite :make e o vim irá compilar utilizando o Makefile do diretório atual, caso algum erro aconteça durante a compilação você poderá usar :cnext e :cprev para ir para a próxima linha de erro ou para a anterior respectivamente.

  • Copiando, Colando e Deletando Texto - Muitas pessoas não estão familirizadas com estas operações no vim, para isso se deve entender o que é o modo visual. No vi o modo visual e um modo especial que permite seleção de texto, para entrar no modo visual, pressione ESC e depois a tecla v. Ao entrar no modo visual pode selecionar o texto usando as setas do seu teclado. Depois de selecionado o texto, caso digite a tecla d o texto será recortado e armazenado, caso a sua inteção e deletar apenas ignore esse armazenamento, caso queira colar este texto em algum lugar posicione o cursor onde quer colar e pressione p. Para copiar use a tecla y ao invés de d, para colar o texto posicione o cursor e digite a tecla p. Para mais informações sobre este tipo de operações clique aqui.

Bom acho que os comandos acima já vão ajudar bastante como falei no início, para outros comandos legais entre na documentação do vim. Quem tiver algum outro comando interessante é só deixar nos comentários.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

KDE 4.2 lançado instale-o no Kubuntu 8.10

Os passos para instalação do KDE 4.2 no Kubuntu 8.10 são mostrados no site do mesmo (clique aqui para conferir), porem em inglês, aqui estão os passos em português!

- Remova o pacote koffice-data-kde4 se você tiver instalado.

- Adicione o seguinte repositório na sua lista de repositórios,

deb http://ppa.launchpad.net/kubuntu-experimental/ubuntu intrepid main

você pode fazer adicionando diretamente essa linha no arquivo /etc/apt/sources.list ou adicionar através da interface para adicionar e remover programas, cliando em Fontes(Sources) e selecionar editar fontes de software.

- Você pode também adicionar a assinatura do repositório para evitar alguns warnings, durante instalação e atualização de pacotes, para isso execute o comando abaixo.


gpg --keyserver keyserver.ubuntu.com --recv-keys 493B3065 && gpg --export -a 493B3065 | sudo apt-key add -


- Pacotes antigos do Plasma não são compatíveis com o KDE 4.2, você deve desinstalar qualquer plamoide que tenha utilizado nas versões anteriores.

- Você podera fazer a atualização agora utilizando o Adept Updater ou executando os seguintes comando no console:

sudo apt-get update
sudo apt-get upgrade


Agora é só desfrutar o KDE 4.2

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Kubuntu, atenção indevida...

Bom, tenho notado, entre os diversos Releases, das versões do Ubuntu, qque o Kubuntu parece não estar tendo o mesmo suporte dado ao Kubuntu. A empresa por trás da distribuição Ubuntu, a Canonical, parece não contribuir para o projeto Kubuntu, como faz para o Ubuntu, ou seja, o Ubuntu é o queridinho do papai. Concordo que eles devam focar a atenção em uma única coisa, mas que essa coisa não seja o gerenciador de janelas, mas sim a distribuição em si. Bom acho que tá meio complicado o que escrevi, vamos lá, vou explicar melhor.

Na minha opnião não deveria existir, Ubuntu, Kubuntu, Xubuntu, etc, o que deveria existir era uma única distribuição onde se pudesse escolher o gerenciador de janelas na instalação, mesmo que a opção não fosse tão visível, o que daria uma consistência para a distribuição, visto que usuários mais leigos nem sabem o que é um gerenciador de janelas.

Sempre foi assim, e a primeira distribuição que vi fazer isso foi o Ubuntu. Agora vejamos, lançada a nova versão, comparem o Release Notes do Ubuntu e do Kubuntu. Bom, se quiserem podem listar nos comentários, os recursos que encontraram em um (Ubutnu) e não no outro (Kubuntu).


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sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Compiz no Kubuntu 7.10

Bom, que é fã do Ubuntu e do KDE, ainda não deve estar satisfeito com a atenção que a Canonical vem dando para o projeto Kubuntu. Muitos dos recursos lançados para a nova versão da distribuição principal (Ubuntu) não foram refletidas no seu irmão Kubuntu. Um desses recursos é o Compiz, que no Kubuntu não vem instalado.

Segundo algumas fontes isso se deve devido ao fato de os desenvolvedores do Kubuntu, estarem aguardando a versão 4 do KDE, que virá com efeitos 3D direto no KWin.

Mas para aqueles que não querem esperar o KDE 4 para ter alguns efeitos visuais legais no seu KDE, é só seguir os passos abaixo.

sudo apt-get update

sudo apt-get install compiz compizconfig-settings-manager compiz-kde emerald

compiz --replace

Para personalizar os efeitos execute o programa ccsm.
Que também pode ser encontrado em:
KMenu :- Configurações :- Advanced Desktop Effects Settings


Fonte: CompositeManager/CompizFusion

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terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Links que valem a pena serem conferidos (Parte 1)

Bom galera, este post pode ser uma onfensa para muitos!!! :-P mas para aqueles que estão iniciando aí vai as minhas dicas pra se manter informado, atualizado e por dentro das últimas novidades do mundo geek!

Nóticias - http://www.slashdot.org
Produtos Geek (muito legal) - http://www.thinkgeek.com
Notícias Linux - http://www.linux.org
Notícias de Distros Linux - http://www.distrowatch.org
Manual linux - http://focalinux.cipsga.org.br/
Curiosidades - http://pt.wikipedia.org/
Recursos legais do Google (vale a pena dar uma olhada) - http://www.google.com.br/intl/pt-BR/options/
Java - http://www.guj.com.br

Bom por hoje é só... depois vai ter a parte dois :P

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Recuperando Partições deletadas acidentalmente...


Bom se você parou aqui é porque está esperando a resposta para uma pergunta que deve ter feito faz pouco tempo: "E AGORA?". Se você foi vítima de uma deleção acidental de uma ou mais partições pode encontrar aqui uma forma de recuperá-las.

Ao apagar uma partição sem querer, ou se alguém ou algo o fez, a primeira coisa que deve fazer é desligar o computador, evite usá-lo para que você não escreva sobre a parte que deseja recuperar.

Se você não parou aqui por que perdeu sua tabela de partições, faça agora mesmo um backup digite o seguinte comando:

# dd if=/dev/%HD% of=backup.mbr bs=512 count=1

Onde
%HD% é o dispositivo onde se encontra a tabela de partições, hda, sda, etc... of é o arquivo de destino do backup, bs é a quantidade de bytes que se vai ler do dispositivo, e count corresponde a leitura de cada 1 byte.

Para recuperar depois de algum desastre é só digitar...

# dd if=backup.mbr of=/dev/%HD%

Perceba que lemos os primeiros 512 bytes do HD e salvamos em um arquivo, porque? Os primeiros 512 bytes é chamado de Master Boot Record ou somente MBR, desses 512 bytes apenas 64 bytes é reservado para a tabela de partição, cada registro de partição ocupa 16 bytes o que nos permite armazenar 4 partições, por isso que só podemos criar 4 partições primárias.

Bom, porque tudo isso? Pra deixar você mais tranquilo, pois se você mexeu apenas na tabela de partições você mexeu apenas em 512 bytes de todo o seu disco.

Para recuperar o que perdeu, devemos fazer o download de uma ferramenta chamada gpart ( http://www.stud.uni-hannover.de/user/76201/gpart/#download ). Uma vez que tenha feito o download, coloque-o em um disco, CD ou Disquete, dê o boot no seu computador usando um desses LiveCD (Ubuntu, Knoppix, etc...), execute o gpart e passe como parametro o HD que possui a tabela de partição a ser recuperada:

# gpart.linux /dev/%HD%

Mais uma vez, onde %HD% é o disco.

Depois disso o gpart vai iniciar uma varredura no seu HD procurando por possíveis partições e apresentar um relatório mais ou menos como o que segue:

Begin scan...
Possible partition(Windows NT/W2K FS), size(25595mb), offset(0mb)
Possible partition(Linux ext2), size(20473mb), offset(25603mb)
Possible extended partition at offset(46077mb)
Possible partition(Linux swap), size(2047mb), offset(46077mb)
Possible partition(Linux ext2), size(30718mb), offset(48124mb)
Possible partition(Linux ext2), size(51199mb), offset(78842mb)
Possible partition(DOS FAT), size(10166mb), offset(130041mb)
End scan.

Checking partitions...
Partition(OS/2 HPFS, NTFS, QNX or Advanced UNIX): primary
Partition(Linux ext2 filesystem): primary
Partition(Linux swap or Solaris/x86): logical
Partition(Linux ext2 filesystem): logical
Partition(Linux ext2 filesystem): logical
Partition(DOS or Windows 95 with 32 bit FAT, LBA): logical
Ok.

Guessed primary partition table:
Primary partition(1)
type: 007(0x07)(OS/2 HPFS, NTFS, QNX or Advanced UNIX)
size: 25595mb #s(52420592) s(63-52420654)
chs: (0/1/1)-(1023/254/63)d (0/1/1)-(3263/8/56)r

Primary partition(2)
type: 131(0x83)(Linux ext2 filesystem)
size: 20473mb #s(41929648) s(52436160-94365807)
chs: (1023/254/63)-(1023/254/63)d (3264/0/1)-(5873/254/61)r

Primary partition(3)
type: 015(0x0F)(Extended DOS, LBA)
size: 94130mb #s(192780000) s(94365810-287145809)
chs: (1023/254/63)-(1023/254/63)d (5874/0/1)-(17873/254/63)r

Primary partition(4)
type: 000(0x00)(unused)
size: 0mb #s(0) s(0-0)
chs: (0/0/0)-(0/0/0)d (0/0/0)-(0/0/0)r


O gpart irá se encerrar sem modificar absolutamente nada, ele apenas lhe mostrou o que ele encontrou, se quiser recuperar digite:

# gpart -W /dev/hda /dev/hda

O gpart vai lhe perguntar quais partições deseja recuperar, você pode digitar o número de uma partição ou o de todos, neste caso ele detectou 4 partições e vai me dar a opção de sair ou de recuperar as partições (1...4), escolha a recuperação e reinicie o computador, se tudo der certo relaxe e pense no que teria acontecido se não conseguisse, se não deu certo não pare por aqui existem outras opções. Procure no google pelo TestDisk, e boa sorte.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

KDE, GNOME, Enlightenment, XFCE, WindowMaker, Blackbox, etc...

Bom, estou aqui para dar a minha opinião acerca da guerra que existe entre os diferentes usuários dos diferentes gerenciadores de janela para os sistemas Unix.

Tudo que um usuário de um ambiente gráfico deseja é facilidade, certo? usabilidade, customizacão, e de quebra um pouco de colírio para os olhos. Bom certamente existe mais alguma coisa que não mencionei, mas vamos para a discussão.

Já experimentei muitos deste gerenciadores de janela, principalmente nos últimos dias em que tive que fazer funcionar o Eclipse + Jboss em uma máquina com 512 de RAM e só recebia mensagens de memória insuficiente.

Fui do KDE ao blackbox, passando pelo Enlightenmente DR16 e DR17, pelo IceWM, pelo BlackBox, Fluxbox, e Window Maker. Agora me sinto apto a dar uma opinião madura acerca desta guerra entre os diferentes gerenciadores de janelas.

Na verdade avaliamos um sistema pela sua facilidade de uso, pelo seu desempenho e sua capacidade de se adaptar às nossas necessidades. No primeiro quesito facilidade de uso, podemos dizer que KDE, Gnome e Enlightenment estão na frente, porém estes ficam pra trás quando o termo é utilização de recursos da máquina. Ficam na frente no quesito desempenho: BlackBox, FluxBox, IceWM e Window Maker. Em se tratando de customizacão o Enligthement é campeão seguido do KDE e do Gnome.

Levando a avaliacão para os princiapais concorrentes KDE e Gnome, podemos dizer que eles se completam. O Gnome tentar deixar as coisas mais simples possíveis, é díficil você não encontrar um local por onde passou para mudar alguma característica do sistema, mais é extremamente fácil você não encontrar uma opção para mudar algo que você deseja. O KDE lhe provê, diferentemente, muitas opcões o que torna fácil se perder entre elas, mas lhe deixa realmente no controle. Cada um do sistema se encaixa em um perfil de usuário.

Podemos destacar que, o KDE é mais customizável que o Gnome e quem valoriza este ponto como parâmetro de escolha certamente ficará com o KDE. Mas sem dúvidas o Gnome é mais intuitivo, principalmente devido ao seu menu bem definido. Não arrisco entrar em detalhes sobre consumo dos recursos e velocidade de execução, mas como mero usuário não senti diferença usando uma máquina com 256 de RAM.

A minha conclusão é que demore o tempo que demorar para você colocar as coisas do jeito que deseja, dispostas da maneira que ache melhor, com os ícones e atalhos em locais visíveis, com uma aparência que relaxe a sua visão: depois que você fizer tudo isso não importa o gerenciador que esteja usando, contanto que ele faca o que você quer na hora que você quiser do jeito que desejar.

E aqui encerro por um bom tempo posts sobre gerenciadores de janelas...

Abraco a todos.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Enlightenment DR17 - O KDE e o Gnome não estão sós


O meu primeiro post aqui é dedicado ao Enlightenment DR17 (veja o Screenshot ao lado). Ele ainda está na versão alpha mas já mostra que a briga entre os Desktops no linux vai pegar fogo e mostra também que o KDE e o Gnome não são as únicas opções.



Pronúncia Enlightenment (Enláitenment) eu acho... se estiver errado avise nos cometários...

Abaixo irei descrever como instalá-lo em sua máquina, para que você possa experimentar o novo Enlightenment. Mas antes devemos lembrar que a primeira versão do Enlightenment foi lançada em 1996, portanto se trata de um projeto que tem 10 anos.

O Enlightement visa oferecer um ambiente atraente, ao mesmo tempo leve e que tenha uma boa usabilidade e flexibilidade na sua operação. Durante a sua existência o Enlightenment se resumiu a tratar apenas do gerenciador de janelas e fez isso muito bem, a versão DR16 mostrou o quão usável e flexivel o sistema se tornou, e considerado por muitos o mais belo dos desktops, sendo seu tal flexibilidade também se aplicou ao seu sistema de temas. A nova versão DR17 dá um show em termos de beleza sem deixar de lado a flexibilidade conquistada nas versões anteriores. Na nova versão a equipe tem se dedicado também a escrever aplicativos básicos usando as bibliotecas próprias do enlightement, aplicativos como: Visualizador de imagens, media player, gerenciador de arquivos, etc...

Agora vamos para o que interessa, a instalação:

Digite os seguintes comandos:

Primeiro crie um diretório...

$ mkdir e17 $ cd e17

Agora baixe os fontes (talvez vc dê uma olhada, e resolva contribuir com o projeto se tiver tempo disponível :-) )...

$ cvs -d :pserver:anonymous@anoncvs.enlightenment.org:/var/cvs/e login $ cvs -z3 -d :pserver:anonymous@anoncvs.enlightenment.org:/var/cvs/e co e17 $ cvs -z3 -d :pserver:anonymous@anoncvs.enlightenment.org:/var/cvs/e co misc

Compile e instale primeiro as bibliotecas que estão no diretório e17/lib são elas:

  1. e17/libs/imlib
  2. e17/libs/eet
  3. e17/libs/evas
  4. e17/libs/ecore
  5. e17/libs/epeg
  6. e17/libs/epsilon
  7. e17/libs/embryo
  8. e17/libs/edje
  9. e17/libs/esmart
  10. e17/libs/ewl
Nessa ordem.... para compilar entre em cada diretório um por vez e digite os seguintes comandos:

$./autogen.sh $./configure --prefix=/usr $make #make install (como root) ou $sudo make install (no ubuntu)

O processo é o mesmo para todos as bibliotecas, não esqueça da ordem.

Por fim volte ao diretório 'e17' e entre no diretório 'apps/e', se estiver no diretório 'lib' digite...

$cd ../apps/e

Depois compile-o como fez com as bibliotecas, note que apesar do autogen.sh executar automaticamente o comando ./configure eu o executei outra vez pois gostaria que o Enlightenment fosse instalado no /usr , caso não execute novamente o prefixo será /usr/local

$./autogen.sh $./configure --prefix=/usr $make #make install (como root) ou $sudo make install (no ubuntu)

Agora devemos adcionar o Enlgithenment no menu de seleção do KDM, GDM ou XDM, para que na hora do login a opção apareça....

#editor /usr/share/xsessions/enlightenment.desktop (como root)

E digite o seguinte dentro do arquivo...


[Desktop Entry] Encoding=UTF-8 Name=Enlightenment Comment=Log in using Enlightenment (Version 0.16.999.037) Type=XSession Icon=/usr/share/enlightenment/data/images/enlightenment.png Exec=/usr/bin/enlightenment_start TryExec=/usr/bin/enlightenment_start

Agora encerre a sua sessão do X atual, no gerenciador de login selecione a opção Enlightement e prepare-se para o show...

Espero que tenha gostado, se tudo funcionou como esperado, por favor deixe comentários, se não funcionou deixe comentários também avisando.

Abraço a todos, espero que tenha ajudado....